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Rosas do Deserto – Como Cultivar

Rosas do Deserto tem como nome científico  Adenium obesum, arabicum, entre outros e é da família Apocynaceae. Ele precisa de polinização manual para sua reprodução, ou então deve-se adotar o método de mudas. Se adapta facilmente ao clima seco e quente e vive bem em lugares ensolarados. Também encontrada na Tailândia, desertos e na África.

Como Cultivar as Rosas do Deserto

As rosas do deserto de nome Adenium sp são plantas suculentas incríveis, com um caule escultural e floração exuberante, que faz grande sucesso entre os jardineiros no mundo todo. Mas exigem alguns cuidados para encorpar o caule e as raízes, além disso, é possível conseguir-se estimular florações espetaculares com algumas dicas.

Compartilhamos abaixo como cultivar Rosas do Deserto:

A iluminação é muito importante porque as  rosas do deserto são plantas que precisam de luz. Elas devem tomar pelo menos seis horas de sol por dia, casos contrários não florescem ou florescem muito pouco. Com a falta de sol, pode acontecer o  estiolamento  que é o crescimento débil em comprimento ou uma tendência em procurar luz, fazendo com que a planta fique torta para um só lado.

A temperatura para as  Rosas do Deserto não podem ser fria. Em baixas temperaturas, seu metabolismo fica muito lento, dormente. Quando expostas ao frio, as folhas ficam amarelas e caem. Praticamente perdem a vida e deixam de florescer, e se estiverem floridas as flores caem. Nestas condições, as regas devem ser bem espaçadas, até porque não vão aproveitar muito as irrigações. Uma estufa seria uma maneira de manter a planta em crescimento vegetativo em locais com inverno mais rigoroso, como no sul do Brasil e nas regiões serranas.

O substrato para Rosas do deserto é bem específico, mas fácil de fazer, ele deve ser rico em potássio, fósforo e cálcio, leve e principalmente bem drenante. Mas já que é um substrato drenável, é comum a perda de nutrientes, que são constantemente lavados durante as regas e as chuvas, por isto adubações complementares são muito importantes. O nitrogênio é um nutriente que deve ser usado com cautela, pois pode provocar um desenvolvimento excessivo na planta.

As podas nas rosas do deserto são necessárias para dar forma à planta e servem também para estimular as florações. É necessário atenção ao usar as podas para induzir o florescimento. Use somente em  último caso. Antes disso, melhore a adubação, dando mais atenção aos nutrientes citados acima. Para dar formato à planta, pode-se usar também recursos dos bonsaista, como “aramar” os galhos ou então usar fios de barbante para ancorá-los. Faça sempre cortes em bisel nos ramos, evitando assim o acúmulo de água nos ferimentos. O pó de canela tem sido usado com sucesso como cicatrizante nos cortes, prevenindo o aparecimento de doenças fúngicas.

A Rosa do Deserto pode ser duplicada por sementes ou estacas. Se a opção for sementes, deixe-as de molho em água não clorada para se hidratarem. O tempo mínimo na água é de duas horas. Depois de hidratadas, plante em recipientes individuais e bem identificados. Estes recipientes podem ser copinhos de plásticos de 200 ml ou bandejas de isopor com células individuais. As bandejas de 128 células, facilmente encontradas em agropecuárias, são perfeitas. O tempo para as sementes germinarem varia de 2 a 4 dias. Durante este período, mantenha o substrato constantemente úmido. Quando todas estiverem germinadas reduza a irrigação para uma ou duas vezes por dia e, a medida que forem crescendo, a irrigação deve ser gradativamente espaçada. As mudinhas devem ficar no sol pleno para irem se acostumando a esta condição de luminosidade. O momento para o transplante é quando a mudinha estiver com 3 pares de folhas definitivas. Depois de 6 a 8 meses de germinadas as pequenas plantas começam a florescer.

Agradecemos a visita em nosso site. Procuramos trazer sempre o melhor para você. Gostou da matéria!! As rosas do deserto se adapta aos climas secos e quentes, com alguns cuidados elas irão ficar lindas e abrilhantar o seu jardim!!  Deixe seu comentário.

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